quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Tchau e Boa sorte...

Hoje foi mais um dia de Tchau e boa sorte.
Ao que me lembro tudo começou com o Silvio, mas tivemos outras marcantes, algumas eu fui, outras não.

Do Alezão foi chato a forma que foi, mas foi, não fui então não tenho muito o que dizer. Posso falar dele, um cara bom, honesto, que era total da paz.

Do Michel não teve uma despedida formal, mas ele estava puto com algumas pessoas. E COM RAZÃO. O cara estava curtindo o sonho, vivendo a promessa e o decepcionaram, não teve dúvida em ir para a primeira oportunidade. Cresceu e hoje manda bem no nosso parceiro.

Do Joãozinho, foi foda... o cara chorou pois amava mesmo a empresa. Se identificava com o espírito (que hoje está um pouco distante, mas espero que ainda reviva um dia), mas estava indo pra curtir a vida de empresário.

Depois a do Rafa, essa foi foda, mexeu demais comigo e certeza que com muita gente. O cara era gente boa e estava jogando tudo pro alto por nada (hoje sabemos que foi bom pra ele), a incerteza era grande e durou longos 3 meses. Mas passou e hoje esta como quer, onde quer e enrolando a mulher.

Tivemos outras, tantas até chegar uma que não fui, do Abreu, brother, que eu sabia significar muito, companheiro de poucas, mas boas aventuras, um cara íntegro e fiel aos amigos. O Zambelli mais velho que gostava muito da Voice, mas que teve uma outra visão (financeira) e foi também, mas eu estava de férias.

O Alex, foi uma festa não uma despedida. Muita gente, gente de fora, gente que nem era para estar ali (mas esteve). Uma quebra de paradigmas, mais uma novidade.

Meses depois foi o Cadu, saiu maduro, lembro de quando ele chegou, cabaço de tudo, tirando placa de micro ligado, fazendo umas merdas, mas sempre aprendendo, rápido, muito potencial. Saiu conhecendo muito de muita coisa, levou muito conhecimento impossível de repassar. Mais um cara íntegro, um trabalhador, sempre responsável. Um amigo, corinthiano, que curte esportes em geral e de um alto astral gigante...

Quando o André saiu foi foda também, mas era esperado. Não pude ir em nenhum evento (sim ele marcou vários eventos) foi um cara muito querido na Voice e se alguém tinha alguma coisa contra ele, não era por ele, mas sim era problema da pessoa (hehehe). André é meu Amigo, passamos por muitas juntos, contava com ele para muita coisa (mediador de pensamentos) e ainda conto, um cara de um coração gigante, incapaz de fazer o mal, sempre prestativo um exemplo de líder. O Panta saiu pra curtir seu sonho, pra fazer algo grande e tem tudo pra dar certo.

Hoje saiu o Rodriguinho que é a devoção em pessoa, o cara defende a empresa com alma. Se dedica a fundo, mas não deixe as coisas mal entendidas, quando fica meio confuso ele quer resolver. E resolve. Mas não é bobo, quando foi posível e vislumbrou algo novo foi-se.

É até engraçado falar de gente que saiu, teve muitos outros, mas despedidas e comemorações (pelo futuro próspero do colega que parte) são confusas, cheias de sentimentos, mas prefiro achar que é para o bem dele do que para o mal da empresa. Afinal queremos o bem do amigo.

Não concordo muito em culpar terceiros, acho mesmo que o principal problema é não conseguirmos manter os talentos, não valorizar na hora certa, não conversar na hora certa. Essa é a lição que temos que tirar enquanto gestores, não apenas achar que o mercado está aquecido, que o cara quer ganhar mais e só isso, achar que o cara realmente não servia mais para a empresa. Precisamos usar o que ouvimos deles e aprender a ouvir fora do padrão pré-definido de não assumir a culpa.

E quando digo assumir a culpa é em todas as esferas. Financeira, ambiental e de perspectiva.

Aos que ficam estejam certos de que nos comprometeremos. Aos que vão, espero poder manter a porta aberta e que vocês sejam muito felizes, tenham paz, saúde e sucesso.

E como diz a Dory.

Continue a Nadar... Continue a Nadar...

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