domingo, 14 de novembro de 2010

Minhas mulheres...

Sim... minhas mulheres, minhas referências próximas.

A principal é Minha mãe. Fato que espelho de mulher para mim é minha mãe. E acho que mais de 90% dos homens pensam assim. A mulher mais inteligente que eu ja conheci, determinada, audaciosa, justa e honesta. Detentora de dons inimagináveis, como o liôdromo (um botãozinho mágico para controle de atenção), dona da melhor macarronada (e seu maravilhoso molho) que eu já comi. Corajosa e paciente. Minha mãezinha.

Minha avó, Dona Elza, guerreira, batalhadora, mulher de fibra que a mais de 30 anos enfrentou a sociedade e o sistema, que ainda mora sozinha, num bairro nada sossegado, mas que passa a tranquilidade que sua idade propicia. Independente, faz um bolo de cenoura divino e um bolinho de arroz e um purê de batata na praia como nenhum outro.

Minha filha, minha pequena notável, carinhosa, amorosa, inteligente. Minha FADA PROTETORA, cuida de mim ao máximo, conversa comigo, se abre comigo, quando é possível minha amiga, quando preciso é meu bebê, até minha mãe (invertendo completamente os papéis) ela é, muito responsável, mas adoravelmente avoada. Linda, olhos que te chamam cada vez mais perto, charmosa e de atitude, com certeza uma líder. Minha filhota.

Minhas primas, meus amores, quanto carinho elas me dão, é um posso infinito de carinho, de bondade e de Amor. Sandrinha sempre foi assim, sempre estivemos juntos, não muito próximos como nos últimos tempos, ou tão próximos como agora (o que só melhora), mas com certeza juntos. E o carinho sempre gigantesco, um abraço gostoso e SEMPRE um sorrisão bonito no rosto. A Rô é um carinho só, lembra meu irmão, as vezes emburrada, de cara fechada, mas sempre querendo sorrir, nos aproximamos cada vez mais, a cada vez que nos encontramos, a cada vez que nos falamos e como é bom poder conversar. Confio nas duas porque sim. Simples assim, porque quero, porque me faz bem. Primonas Fortes quado precisam (ou seria quando preciso?), priminhas bruxinhas do bem, leves e tranquilas quando podem (ou querem hehehe).

A Dôlelena. Minha vó adotiva, mulher de raça, lutadora, com um Amor pela vida de dar gosto, de uma lucidez que transcende tempo e espaço, uma fera no buraco, matriarca de uma grande e linda familia, aliás familia essa que é minha também,  que eu adotei como minha, que faço parte como neto.

A Cris, minha comadre, mulher do me compadre, de uma sabedoria gigante, ZEN, exemplo a ser seguido, altruísta e sabedora das benesses de evitar brigas bobas. Muita bondade no coração, muita disposição para ajudar, muita torcida pelo sucesso que vem chegando.

Minha amiga Pri, um ouvido onde despejo muita coisa, onde reclamo muito e que me faz abrir os olhos para outras tantas coisas. A contemporânea que vivencia as burocracias do dia-a-dia, que compactua com o desejo de chacoalhar as pessoas até aparecer algo de bom nelas. Um ouvido treinado que já passou por muita coisa, mas mesmo assim que tem muito a passar.

Não poderia deixar fora dessa lista a Má, a mãe dos meus filhos, o grande Amor da minha vida até agora, minha melhor amiga, até decidirmos ser mais do que amigos, muito tempo atrás (com s pois z é de trazer). Bela, forte, determinada, em busca da grande felicidade. Não entra em brigas alheias, não sai de brigas que entrou. Estudiosa, trabalhadora e exigente. Essa é a Má, bondosa e prestativa para quem merece, para quem e quando ela quiser.

Bom, nessa lista poderia colocar mais gente, (cunhadas, amigas, familia), mas acho que coloquei gente o suficiente para o relógio, para esse momento.

E siga sempre o mantra da Dory:

Continue a Nadar... Continue a Nadar...

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