quarta-feira, 9 de março de 2011

Gramática, poética, sem métrica, nem cátedra!




Tinha um sujeito.
Que não soltava o verbo.
Lia e relia o artigo.
Mas prendia o advérbio.
Abusava do adjetivo.
Indireto como o objeto.
Um simples substantivo.
Interjeição com poder de veto.
Tratava-o como sinônimo.
De anônimo, mas correto.
Tinha perdido um homônimo.
Antônimo de descoberto.
Escondido no adjunto.
Dentro de um predicado.
Um numeral em conjunto.
Ele um pronome enunciado.
Invariável numa preposição.
Ou em conjunção, aditivo.
Mas digo com a contração.
Que Amar é verbo intransitívo.


Daniel Bronzeri Barbosa (09/03/2011)
Engenheiro...

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Pode meter a boca!