domingo, 3 de julho de 2011

Insanidade (ou a grande vontade de meter na chuva)

Que no meio desse caos insano sejamos os dois viver de Amor.
Se durar um minuto ou um ano. Consigamos, passar do torpor.
E no meio da tempestade, na chuva, de mãos dadas sair pra dançar.
Iluminados por raios e batizados pelo cheiro de grama, asfalto e terra molhados.
Que façamos um sexo louco, no capo quente de um carro que acabou de desligar.
E a chuva sendo nossa companheira, que não seja só ela a molhar.
Que você se excite inteira, pois assim meu tesão vai durar.
Fiquemos tontos de bebedeira e possamos com beijos nos curar.
Temos a noite fagueira e nossos corpos para explorar.
Te beijando dos pés a cabeça. E porque não dizer: Te chupar.
Seus seios, barriga e buceta. Quero muio te admirar.
A vontade bate verdadeira. E tudo, quero e posso te dar.
Dedicar-me a te olhar em tremedeira e com seu corpo nu delirar.
Te ver contorcer-se ligeira, demorar pro seu gozo esperar.
E depois de toda bagunceira, ao seu lado poder me deitar.
No capo, fim de chuva, estrelas. No relento ao seu lado ficar.
Em minutos recomeças ligeira. E aos beijos de novo brincar.
Viver não é brincadeira, mas contigo quero sempre Amar.

Me desculpe se escrevi demais, me desculpe se sumi, me desculpe se escrevi besteiras, mas parar não consegui. E achei que seria besteira. Não clicar no enviar logo aqui.

Beijos do Saladeto, insano, louco e que vive eternamente no Caos.
Dan


Esse texto foi escrito desse jeito para um post da Elise (http://elise-saladamista.com.br/2011/07/03/nada-mais-no-mundo) e não poderia deixar de aparecer aqui. Tive que colocá-lo aqui, mesmo porque com algumas obscenidades que adorei escrever (É CLARO), ela tem todo o direito de não querer publicar.

Bom é isso...

Vamos fechando por hoje a virada cultural.

Baci per tutti quanti.
Dan

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