segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Acordei no meio da noite pensando assim...

E no meio da noite, no escuro, na penumbra.
Me reviro em minha cama, pois não esqueço de você.
E o desejo lancinante de te ter mais uma vez, não aguenta esperar dias.
Subterfúgios passam por minha cabeça, água fria, um banho ou uma dose.
Não fujo deles pois eles estão dentro de mim.
Desejos sem fim.
Resoluto de não obedecer a razão.
Com extrema vontade de te ver, apenas penso.
Não ligo pois não quero te despertar de um sono tranquilo.
Não vou até você pois não posso, ai sim minha razão fala mais alto.
Minha cabeça não me obedece, me enlouquece.
Me sinto fraco, fadado ao erro.
Me abrindo demais, quando a hora ainda é de se fechar.
Eita que não chega setembro esse ano.
Para me acalentar, com seus panos quentes, com sua brisa primaveril.
Com as flores que nascerão no deserto incandescente de uma mente.
Ou as pedras que encontro e carrego nessa subida.
De uma montanha encantada em uma floresta pluri habitada.
Dentro de um já desconcertado coração.


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