terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Esperar!

Tudo que faço é esperar.
Esperar o fim.
Meu fim.

E não tem o que faça.
O sucesso será acabar.
Assim.

Sem mais nem menos.
Você descobre que já era.
Que o fim chegou.

E mais da seus credos.
Para ao menos apostar num recomeço.
Apostar no novo, de novo.

A liberdade de um corpo.
Que lhe é apenas uma morada.
Gorda, cheia e desgastada.

E assim espera!
Deixa a vida andar.
Até o fim di túnel.
Chegar ao fim da ponte.
Descer o elevador.
Sair do subsolo.

Acabou e tudo onde menos começou.

Tchau!

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