segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Insônia nossa de cada noite.

Já é alta madrugada.
E na casa toda escura.
De quieta, fica muda.
Mesmo com a TV ligada.

Deito e rolo ainda sem sono.
Dificilmente adormeço.
Com certeza não mereço.
Do cochilo, ser seu dono.

A cama parece querer expulsar.
Eu que um dia fiquei a te ver.
Já não pode mais me acobertar.

Se não quero ali sofrer.
Insônia vai me abraçar.
Pois não tenho mais você.


Daniel Bronzeri Barbosa (06/12/2010)


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Flutuar, flutuar, precisamos flutuar...

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