sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Do alto!

Do alto do mundo me vejo.
Saciando meus anseios.
Segurando em sua mão.
Lhe guiando pelas nuvens.

Do alto de meus quase quarenta.
Me vejo em câmera lenta.
Lembro como perdi tempo.
Desperdiçando momentos.

Com quem ignorou os anos.
Jogou fora as lembranças.
Me fez cometee escolhas erradas.
E hoje vejo que foi por nada.

Desisti doa meus sonhos mais íntimos.
Abri mão da minha vontade.
Pra ser manipulado pela de outrem.
De forma vil, de forma escusa, até mesmo perversa.

Hoje bebo!
Como um imbecil que quer esquecer.
Me enroepece o pensamento.
Me faz levitar e alcar vôos mais altos.

Do alto de onde me vejo.
Me enxergo la em baixo.
Ainda pequeno,  já não mais sozinho.
Mas ainda com medo.

De toda essa altura que novamente virá.
Com certeza virá!

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